segunda-feira, 3 de setembro de 2012

A arte de esquecer os sonhos da noite passada...

Bem, como prometi na última postagem, a faxina de ontem rendeu além de um quarto limpinho, arrumado e cheiroso, brigadeiro de panela e adesivo na parede. Isso mesmo... Com a empolgação da faxina, resolvi que  estava na hora (na verdade já tinha passado da hora!) de colocar na parede o adesivo de ganhei de aniversário (em fevereiro!) da minha ex-chefinha, Moniky.

Colocar o adesivo na parede foi bem mais fácil do que eu imaginava, sério. Sinal de que assimilei bem os vídeos que assisti no Youtube. Ficou bem legal! Depois de pronto, fiz foto e postei no Facebook. Depois, resolvi que estava com vontade de comer um doce e fui para a cozinha fazer um brigadeiro. Inventei de cortar quadradinhos de biscoito wafer de avelã e acrescentar ao brigadeiro. Achei que fosse ficar péssimo e me surpreendi. Não ficou assim, um "brigadeiro dos deuses", mas ajudou a distrair a ansiedade de um domingo caseiro.


Mais tarde, ainda consegui sentar e escrever uma postagem para o meu blog! Tentei dormir mais cedo, mas não consegui. Dei ração para o peixinho (peixe betta) que ganhei de lembrança em uma festa de aniversário de criança em Guarapari, li algumas notícias sobre o fim de semana na internet, ri de algumas postagens e comentários no Facebook e peguei no sono.

Mas aí você deve estar pensando: isso aqui é um diário?! Tenho mesmo que ficar lendo o que esse cara fez em casa em pleno domingo?! Acalme-se. A postagem de hoje também vai questionar um "por quê?!" muito comum: esquecer os sonhos da noite passada!

Logo após deitar e pegar no sono, acordei no meio da noite com o coração batendo a mil por hora! Eu tinha acabado de ter um sonho, mas não conseguia me lembrar de nada... Tenho o costume de anotar palavras chave sobre  os sonhos que tenho, quando consigo lembrá-los. O que estiver por perto serve para registrar: bloco de anotações, boletos de pagamento, embalagens, contracapas de livros e celular (no celular eu digito as palavras e salvo como rascunho para ler no dia seguinte).

No dia seguinte, costumo recorrer aos dois livros de interpretação de sonhos que tenho aqui em casa ou pesquiso aqui na internet, mesmo. Mas sabe o que me preocupa?! Não saber o que sonhei! Isso me tira do sério! Parece que sou eu querendo se vingar de mim mesmo, por algum motivo que só o meu inconsciente sabe...

Além disso, para a psicanálise, quando não nos lembramos de nossos sonhos, isso pode significar que estamos tendo dificuldade em lidar com problemas na vida real (a vida quando estamos acordados!). Aí, começo a pensar que tem alguma coisa errada comigo e, ao mesmo tempo, rejeito a hipótese de ter que admitir esse autodiagnóstico.

Com certeza você já passou por situações parecidas, né?! Abaixo, algumas interpretações de sonhos comuns, aqueles que todos nós já tivemos um dia, sob o ponto de vista de um psicólogo:


Bacana, não?! Acho que vou procurar um analista só para saber por que tenho sonhos com coisas estranhas, pessoas que nunca vi, lugares onde nunca estive... Quer dizer, se eu conseguir lembrar deles, né?!

Até a próxima!

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