segunda-feira, 24 de setembro de 2012

"Não deixe para depois o que você pode fazer agora..."

Uma vez, fazendo compras com a minha mãe em um supermercado, passei por uma estante com alguns livros. Para a minha sorte, a estante não estava disputada como o balcão de frios e o açougue. A urgência da maioria das pessoas naquele momento era por comida, mesmo. Timidamente, fui me aproximando da estante e percebendo que alguns dos títulos até me agradavam. Um deles chamou muito a minha atenção e, para a minha surpresa, estava baratinho (não resisti e comprei!): "Não deixe para depois o que você pode fazer agora", de Rita Emmett, com dicas práticas para otimizar nossa capacidade de iniciar, e principalmente, de finalizar as coisas.

Na época em que comprei o livro, eu trabalhava durante o dia e à noite, quando chegava em casa, estudava para o vestibular. Eu sentia uma necessidade muito grande de aproveitar melhor o meu tempo, de ser mais produtivo, organizado e disciplinado. Confesso que o livro não me ajudou em muita coisa, mas a leitura me fez perceber que não existe receita pronta para alcançar objetivos, como passar no vestibular. Aproveitei algumas dicas e tentei incorporar algumas atitudes e comportamentos que me ajudaram a traçar novas metas de vida.

No finalzinho do livro, Emmett selecionou algumas frases e pensamentos que, segundo ela, deveriam ser considerados. Um deles eu gostei muito e se tornou uma espécie de lema para mim: "O arrependimento das coisas que fizemos pode ser aliviado com o tempo, mas o arrependimento das coisas que não fizemos é irremediável", de Ralph Emerson. Sabe quando o ditado "engoliu seco"?! Pois é, minha saliva parecia estar descendo por garganta árida, feito um deserto...

Não tenho vergonha de dizer que tentei o vestibular para o curso de jornalismo por 5 anos seguidos (eu já poderia estar formado!). Fazer jornalismo era o meu maior sonho e consegui alcançá-lo. Ver o meu nome entre os aprovados para o curso foi a maior felicidade da minha vida. Eu não suportaria deixar de me inscrever em mais um vestibular e deixar uma oportunidade passar. Seria um arrependimento irremediável.

Eu não lembro, no momento, de algo que eu tenha deixado de fazer e que tenha me provocado um grande arrependimento, mas conheço pessoas que vivem lamentando por não terem aproveitado as oportunidades que tiveram no passado. Gente que se arrepende de não ter feito o curso que sempre quis, gente que se arrepende de não ter ficado ou namorado fulano e beltrano, gente que se arrepende de não ter dado mais uma chance para o relacionamento, gente que se arrepende de não ter viajado, de não ter ido ao show da banda que gostava, de não ter comprado o tal vestido, de não ter ido para o emprego dos sonhos só porque pagava menos, de não ter feito inglês, de não ter poupado grana, de não pedir perdão, dentre outras coisas...

Cada um sabe de seu irremediável arrependimento (talvez não...). E já que, deixar de fazer algo hoje, pode se tornar um arrependimento irremediável depois, que tal botar a mão na massa agora, antes que a vontade passe e que os compromissos e a correria do dia a dia nos façam esquecer o quanto essas coisas são urgentes (também)?! Mais ou menos assim: se está querendo mudar de emprego e apareceu uma oportunidade, aquela que você tanto esperava, mude! Se você sente o desejo de pedir perdão para alguém, peça! Se você quer fazer um cursinho de inglês, um curso técnico, a graduação de seus sonhos ou o mestrado (que vai bombar o seu currículo e te deixar mais feliz), não perca tempo... Mexa-se para tornar isso realidade. 

Falando assim, parece até fácil, né?! Sei que não é... Mas tenho certeza que tentar fazer algo acontecer é bem melhor do que ficar com a consciência pesada por não ter tomado nenhuma atitude. Eu prefiro me arrepender por algo que tentei fazer e não deu certo, do que por nunca ter tentado. A gente nunca sabe se algo vai dar certo! Só tentando mesmo... 

Escrevendo, lembrei da música "Semana que vem", da Pitty, que fala sobre o assunto que tratamos hoje...



Na próxima postagem, vamos tratar de um assunto interessante: quebrar regras! Quem nunca quebrou regras nessa vida?! Quem nunca?!?!?!

Até lá!

   

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

A hora de sair de casa...

Conforme o prometido na última postagem, o assunto de hoje é algo que cedo ou tarde, acontece na vida de todos nós: a hora de sair de casa. Este sempre foi um assunto que me interessou, porque sair de casa, significa, entre outras coisas, que alcançamos autonomia e independência. Conversando com algumas pessoas sobre o assunto, descobri histórias de vida fascinantes. Pessoas, que por diversos motivos, precisaram sair de casa ainda muito cedo, que foram expulsas ou por livre espontânea vontade.

Posso começar com o exemplo de minha mãe. Ela ficou órfã de seus pais muito cedo, aos 6 anos de idade. Aos 12 anos, já trabalhava para sobreviver e ajudar a família. Pouco tempo depois, saiu de casa e foi viver sozinha e alguns anos depois, conheceu meu pai. Vários motivos levaram minha mãe a sair de casa tão cedo e, a maioria deles, relacionados ao fato de ter sido criada por pessoas com quem tinha conflitos.

Sei de histórias de pessoas que precisaram trabalhar desde muito cedo para ajudar a família e, em consequência disso, acabaram saindo de casa mais cedo também. Hoje em dia, parece que esse processo foi invertido. Os filhos saem de casa cada vez mais tarde e, quando tomam a decisão de sair, já estão formados, trabalhando, casados, com casa para morar, donos de si mesmos.

Meu irmão mais velho, por exemplo, saiu de casa este ano, aos 27 anos. Ele estudou, formou-se, conseguiu um bom emprego, juntou uma grana, comprou um apartamento e casou-se. Ele fez tudo direitinho, com muita paciência. Ah, e depois de tudo isso, ainda conseguiu comprar um carro...

Onde quero chegar com tudo isso?! Bem, nem eu sei ao certo, mas hoje, aos 25 anos, sei que ainda estou longe de realizar tudo isso. Ainda estou na metade do meu curso de jornalismo e jornalistas, até onde sei, não têm os melhores salários. Então, até eu me formar, começar a trabalhar e juntar uma grana, ainda vai levar um bom tempo.

Os meus motivos para sair de casa?! Ser independente, escolher a decoração da casa, dar uma festa e receber meus amigos, pintar uma parede de verde quando sentir vontade, chegar tarde, acordar tarde, namorar na sala, ter animais de estimação, lavar a louça da janta só de manhã, entre outras coisas. E mais: sentir o prazer de viver em um espaço que foi conquistado com o esforço de seu trabalho, mostrar (mostrar, mesmo!) que sou capaz, pagar minhas próprias contas... (não é a melhor parte, mas faz parte!)

Lembrei que já tive vontade de fugir (sair de casa, em alguns casos, pode significar o mesmo que fugir de casa!) de casa várias vezes! Não sei por que isso acontece. Às vezes, alguns conflitos em casa, dificuldades de relacionamento com a família e a vontade de ser livre (não ter que dar satisfação para ninguém) são os principais motivos.

O fato é que, em algum momento, não nos encaixamos mais em nosso ambiente familiar. Por mais feliz que seja o convívio com os membros de nossa família, vai chegar o momento em que a vontade de viver uma carreira "solo" fala mais alto. Parece ser algo genético. Algo que vem no sangue do ser humano, ao longo de séculos. Vai entender, né?!
     
Até a próxima!
    

sábado, 15 de setembro de 2012

Enfim, o fim de semana!

Estou com vontade de falar sobre tantas coisas hoje! Não sei nem por onde começar... Na verdade, como sou fã de um bom bate papo, de uma boa conversa, queria mesmo é me sentar e conversar com alguém bem disposto a falar sobre vários assuntos ao mesmo tempo.

A semana foi bem agitada, com bastante trabalho e muitos pepinos para resolver (abacaxis para descacar?!). Que não teve uma semana assim?! Ainda mais quando se trata de uma semana seguida de um feriado. Parece que tudo acumula e se embaraça. Haja habilidade para desembaraçar e desatar os nós causados pelo feriado (do que é mesmo que eu estava falando?!).

Bem, um dos assuntos que quero tratar aqui é sobre a profissão que escolhi, o jornalismo. Não é nada fácil ser jornalista. Não é nada fácil acordar cedo, em pleno sábado e vir trabalhar. Sei que nem tudo é fácil nessa vida, mas ser jornalista é, sem dúvida, uma das coisas mais complicadas que existe. Somos "obrigados" a saber sobre TUDO o que se passa em nossa cidade, no estado, no país e no mundo. Quando alguém te pergunta sobre alguma coisa que "por acaso" você nem teve o interesse de ficar sabendo, as pessoas te olham como se você fosse alguém de outro mundo: - "Como assim você não sabe?!"

Não estou reclamando da profissão, sério! Afinal, foi essa a profissão que escolhi ainda criança. Profissão que tenho orgulho de exercer, como estagiário. Só quem vive na pele de um jornalista todos os dias, sabe do que estou falando (jornalistas ou futuros jornalistas, confirmem!). Não consigo me ver fazendo outra coisa nessa vida! Eu sempre soube que jornalistas trabalham aos sábados, domingos, feriados, natal, reveillon, em seu aniversários, e por aí vai! Notícia não tem hora para acontecer...

Assim que cheguei no trabalho hoje, li uma matéria sobre uma pesquisa que dizia que médicos e jornalistas lideram a lista de divórcios. Gente, ainda nem estou formado e muito menos casado!O que vai ser de mim?! Foi a notícia do dia... Agora imagina como deve ser para uma mulher, jornalista, que em pleno sábado, precisa deixar o filhinho com os avós para trabalhar?! Conheço várias nessa situação. E ainda, saber que no dia seguinte, em pleno domingo, vai trabalhar também?! Jornalistas são pessoas de outro mundo, mesmo!

Um outro assunto que queria abordar aqui nesta postagem, mas que necessita de um texto inteirinho e exclusivo: a hora de sair de casa! Será que existe um momento certo para isso?! Lembro que nesses 25 anos de vida, já tive vontade de sair de casa várias vezes (só não me lembro muito bem os motivos). Quando criança, já cheguei a juntar minhas trouxinhas para sair de casa. Acho que eu não tinha nem 7 anos, ainda! "Rebeldia" precoce a minha. Bem, como o assunto é bem "interessante", a gente vai conversar sobre isso na próxima postagem!

Bom fim de semana!

Até a próxima!

Site com a pesquisa sobre divórcios. Confira se a sua profissão faz parte desta lista: http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/pesquisa-aponta-quais-profissoes-mais-causam-divorcios/60363/  

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Depois de um feriado, nada melhor que um fim de semana para descansar!

A semana seguinte ao feriado é sempre muito chata. A gente fica com vontade de que a semana acabe logo, com preguiça de trabalhar, estudar e contando os dias para o fim de semana, pois o feriado, por mais perfeito que tenha sido, é cansativo também!

Além disso, um feriado repercute durante semanas na internet. Chega até causar incomodo... São fotos no Facebook, no Instagram, frases no status do MSN, comentários e bafões que dão conta de tornar os feriados em momentos inesquecíveis.

Como (quase) todo mundo, nesse feriado, eu também viajei. Sim, temos poucas oportunidades ao longo do ano para fazer isso. O trabalho, os estudos e a correria do dia a dia nos prendem em jaulas. Um feriado é basicamente a mesma coisa que encontrar a porta da jaula aberta: como não resistir e sair em busca de liberdade?!

Em períodos assim, nos comportamos como um bando de aves que migram de uma região para outra. Muitos migraram para o litoral. Outros migraram em direção às montanhas e outra parte preferiu ficar em casa, mesmo! Eu me juntei ao bando que seguiu em direção ao litoral, e visitei Guarapari. Depois, fui em direção às montanhas, em Anchieta. Foi muito bom...

Experimentei emoções incríveis. Chorei de tristeza e de alegria. Sorri por satisfação e por obrigação. Comi e não gostei. Comi e repeti. Abracei por abraçar. Abracei por gostar e amar. Me escondi do sol e depois o procurei. Senti saudade e liberdade. Disse e voltei atrás. Olhei, mas não enxerguei e enxerguei sem ter olhado.

Foram três dias desligado da rotina, do trânsito e das obrigações. Momentos marcantes, que ficam gravados na memória e que dão saudade. Muita gente já está planejando o que vai fazer no próximo feriado, acreditam?! Pois é...

Eu só quero mesmo é o que o fim de semana chegue logo, porque feriado é bom, mas cansa e deixa a gente mal acostumado!

Até a próxima!

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Um jeans para o feriado...

A gente trabalha a semana inteira contando os dias para a chegada da sexta-feira, né?! A correria do dia a dia exige tanto de nós que a primeira oportunidade que temos de nos desligar de toda essa loucura, se torna um convite irrecusável. É ou não é?!

E como todo mundo já está contando as horas para bater ponto amanhã e só voltar ao trabalho na segunda, tenho certeza que muita gente também não está afim de ficar lendo postagens de blogs. Então, a postagem de hoje é curta! Como eu também fiz planos para curtir o feriado, nos próximos quatro dias, ou mais, o meu blog não será atualizado.

Ontem saí do trabalho e peguei o ônibus em direção à minha casa. Eu estava certo de que iria direto para minha casa, mas o trânsito (não sei por qual motivo), estava um verdadeiro caos. Quando o ônibus parou em frente ao shopping, não resisti e desci. Nem me senti mal porque muita gente teve a mesma ideia que eu  (na verdade, eu ouvi as pessoas convidando umas às outras e, como eu estava sozinho, ninguém ia me convidar mesmo, então eu me convidei e fui). 

Ir ao shopping com dinheiro (e sem também) é um problema, mas fui mesmo assim. Senti vontade de comprar quase tudo o que via pela minha frente, mas fui forte e me controlei. Lá, eu fiz uma coisa que gosto muito de fazer: comprar calça jeans! Eu gosto demais... A parte chata é ter que provar as calças. Tira, coloca, tira, coloca, tira, coloca... Mas a sensação de encontrar a calça que foi feita sob medida para você, no meio de tantas outras, é incomparável. 

Depois de tanto procurar (e essa procura tem propriedades terapêuticas sobre mim), encontrei algumas que eu precisava provar. De cara, quando encontramos uma peça legal, já sabemos se vale ou não à pena prová-la. Depois, é só (nem é tão fácil assim) decidir qual delas realmente ficou bem em você e qual ou quais delas deve levar. Eu só comprei uma (sabe como é, né?! Estagiário não ganha lá essas coisas, então uma só já é o suficiente para não ficar endividado!).

Calça na mão, hora de ir para a fila do caixa. Enfrentei uma fila gigantesca... Enquanto eu esperava, uma discussão começou a fazer barulho e a ficar mais forte dentro da minha cabeça. Levar ou não levar a calça?! Será que vou ficar sem dinheiro depois?! Será que aquela outra calça ficou melhor em mim?! Acho que gostei mais da outra! Será que eu vou usar depois?! Será que eles aceitam cartão, aqui?! A cor dessa calça vai combinar com as outras pessoas que eu já tenho em casa?!   

- Próximo! 

Já estava na minha vez. A discussão interna ajudou a passar o tempo de espera na fila. Paguei com dinheiro mesmo e já sei com quais camisas a calça nova vai cair super bem!

Bom feriadão!



Até a próxima...     

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

A arte de esquecer os sonhos da noite passada...

Bem, como prometi na última postagem, a faxina de ontem rendeu além de um quarto limpinho, arrumado e cheiroso, brigadeiro de panela e adesivo na parede. Isso mesmo... Com a empolgação da faxina, resolvi que  estava na hora (na verdade já tinha passado da hora!) de colocar na parede o adesivo de ganhei de aniversário (em fevereiro!) da minha ex-chefinha, Moniky.

Colocar o adesivo na parede foi bem mais fácil do que eu imaginava, sério. Sinal de que assimilei bem os vídeos que assisti no Youtube. Ficou bem legal! Depois de pronto, fiz foto e postei no Facebook. Depois, resolvi que estava com vontade de comer um doce e fui para a cozinha fazer um brigadeiro. Inventei de cortar quadradinhos de biscoito wafer de avelã e acrescentar ao brigadeiro. Achei que fosse ficar péssimo e me surpreendi. Não ficou assim, um "brigadeiro dos deuses", mas ajudou a distrair a ansiedade de um domingo caseiro.


Mais tarde, ainda consegui sentar e escrever uma postagem para o meu blog! Tentei dormir mais cedo, mas não consegui. Dei ração para o peixinho (peixe betta) que ganhei de lembrança em uma festa de aniversário de criança em Guarapari, li algumas notícias sobre o fim de semana na internet, ri de algumas postagens e comentários no Facebook e peguei no sono.

Mas aí você deve estar pensando: isso aqui é um diário?! Tenho mesmo que ficar lendo o que esse cara fez em casa em pleno domingo?! Acalme-se. A postagem de hoje também vai questionar um "por quê?!" muito comum: esquecer os sonhos da noite passada!

Logo após deitar e pegar no sono, acordei no meio da noite com o coração batendo a mil por hora! Eu tinha acabado de ter um sonho, mas não conseguia me lembrar de nada... Tenho o costume de anotar palavras chave sobre  os sonhos que tenho, quando consigo lembrá-los. O que estiver por perto serve para registrar: bloco de anotações, boletos de pagamento, embalagens, contracapas de livros e celular (no celular eu digito as palavras e salvo como rascunho para ler no dia seguinte).

No dia seguinte, costumo recorrer aos dois livros de interpretação de sonhos que tenho aqui em casa ou pesquiso aqui na internet, mesmo. Mas sabe o que me preocupa?! Não saber o que sonhei! Isso me tira do sério! Parece que sou eu querendo se vingar de mim mesmo, por algum motivo que só o meu inconsciente sabe...

Além disso, para a psicanálise, quando não nos lembramos de nossos sonhos, isso pode significar que estamos tendo dificuldade em lidar com problemas na vida real (a vida quando estamos acordados!). Aí, começo a pensar que tem alguma coisa errada comigo e, ao mesmo tempo, rejeito a hipótese de ter que admitir esse autodiagnóstico.

Com certeza você já passou por situações parecidas, né?! Abaixo, algumas interpretações de sonhos comuns, aqueles que todos nós já tivemos um dia, sob o ponto de vista de um psicólogo:


Bacana, não?! Acho que vou procurar um analista só para saber por que tenho sonhos com coisas estranhas, pessoas que nunca vi, lugares onde nunca estive... Quer dizer, se eu conseguir lembrar deles, né?!

Até a próxima!

Fonte:

domingo, 2 de setembro de 2012

O conselho de hoje é: use filtro solar!


Que domingo é o dia oficial da preguiça, muita gente sabe. E como não poderia deixar de ser, hoje levantei mais tarde, troquei o café da manhã pelo almoço e fiquei em casa o dia todo, com a mesma roupa de quando levantei. Foi assim com você também, né?! Diz, aí...

Logo após o almoço, deixei a preguiça de lado e resolvi encarar a faxina de frente. Fugi dela a semana inteira, mas hoje não dava mais para "fazer de conta" que não estava vendo a situação do meu quarto. Muita poeira e uma bagunça, só. 

Antes de começar a limpezinha, me olhei no espelho e percebi algumas marcas na pele do meu rosto. Eu já estava preparando tudo para começar a arrumar o meu quarto, mas não resisti. Parei, peguei uma pinça, um sabonete para pele oleosa, uma buchinha vegetal, um esfoliante e resolvi cuidar da pele. 

Eu faço isso de vez em quando, juro. A correria do dia a dia me impede de fazer com mais frequência, mas sempre que posso, faço. Durante a verificação minuciosa da minha pele, percebi que alguns sinais, que não estavam ali antes, estavam evidentes, gritantes, tornando a minha aparência (pouco privilegiada) um tanto quanto estranha. 

A minha mente, ou sei lá o quê dentro da minha cabeça, ficou me acusando o tempo inteiro: "Quem mandou não usar filtro solar?!" De tanto essa voz se repetir, acabei ficando com consciência pesada... Poxa, eu tenho 25 anos! Já passou da hora de começar a cuidar da minha pele. Lembrei que na minha família existe um histórico de câncer de pele. Realmente, não posso dar bobeira!

Em seguida, em uma tentativa de autodefesa, motivada pela mente acusada (friamente) de causar um dano a sí própria (porque eu sou o corpo da minha mente, né?!), lembrei que todas as vezes em que usei filtro solar no corpo, mas principalmente no rosto, fiquei incomodado e sentindo muita gastura (coisa de capixaba!). Quando uso filtro solar, sinto que minha pele fica ainda mais oleosa, brilhosa e se torna uma espécie de imã, que atrai partículas de poeira. 

Depois do duelo entre "id" e "ego" em minha mente, o "superego" entrou em cena e pacificou a situação. Chegamos à conclusão de que nunca é tarde para tomar a iniciativa de começar a usar filtro solar. Eu "só" tenho 25 anos, oras! Ainda dá tempo de começar a me cuidar... Pensei.

Daí, lembrei de um vídeo que eu gosto muito e assisti pela primeira vez em 2006! Lembram de "Filtro Solar?! Pois é, para quem quiser ver ou rever o vídeo, postei ele aqui:


Como amanhã é segunda-feira (dia de outro tipo de preguiça e de começar de novo), faça chuva ou faça sol, começo a usar filtro solar!

Ah, e o que rolou na faxina do quarto fica para a próxima postagem...

Até lá!